segunda-feira, 30 de julho de 2012

PORTO DE SANTOS - DESCONTAMINAÇÃO

    
 
  Construtora usa tubos gigantes para conter solo contaminado no porto de Santos.
Os geotubos são como bolsas gigantes de lona, que servem para armazenar solo marinho.

A construtora responsável pela expansão do porto de Santos está utilizando geotubos para despoluir o canal local. A técnica é estudada há décadas por especialistas do exército norte-americano, mas ainda gera dúvidas sobre ser ou não a maneira mais eficiente de garantir o cuidado ambiental na região.
Os geotubos são como bolsas gigantes de lona, que servem para armazenar solo marinho. Esta é a primeira vez que a técnica é aplicada no Brasil para conter a contaminação, já que o solo no canal de Santos contém metais pesados, como cádmio e mercúrio.
Os tubos sugam o material do fundo do mar. Assim, a água escoa pelos poros, mas os sedimentos permanecem dentro da lona, onde ficará para sempre. Conforme reportagem feita pela Folha de S. Paulo, existem 580 mil metros cúbicos de solo contaminado a poucos metros de profundidade no canal. Além disso, a empreiteira responsável pela obra garante não saber a origem do material tóxico.
O uso das geobags foi uma estratégia aplicada para reduzir o tempo necessário para a finalização da obra. Se os métodos tradicionais fossem aplicados o cronograma seria atrasado em, pelo menos, dois anos. “Com as geobags adiantamos a entrega da obra entre 24 e 36 meses”, explicou Henrique Marchesi, engenheiro da construtora Odebrecht Infraestrutura, em declaração ao jornal paulistano.
Ao todo o projeto conta com a inserção de 169 tubos, com aproximadamente 17 metros de largura por 65 metros de comprimento. A principal preocupação dos ambientalistas com a expansão do proto é em relação ao impacto que as obras e a extração do pré-sal podem gerar nos mangues, que são considerados o berço da vida. Com informações da Folha.
Redação CicloVivo

sábado, 28 de julho de 2012

VENDER NA SORTE IMÓVEIS ?

                   Corretores que vendem “na sorte”. Até quando?
 “Os corretores vendem na sorte. Vendem porque o cliente quer comprar”. Essa frase, pronunciada pelo meu amigo Juari Pinheiro, serviu de inspiração para que eu escrevesse este texto com o objetivo de mostrar que: para aqueles corretores que vendem “na sorte”, os dias estão contados.
Ao longo dos anos, presenciamos a especialização do cliente. É isto mesmo! O cliente está muito mais preparado e consciente do que deseja. Ele vai até a imobiliária ou liga para o corretor e quer ouvir muito mais do que a descrição do imóvel, afinal, isto ele já pesquisou no Google.

Mas parece que os corretores andam na contramão da evolução do cliente. De um lado temos clientes cada vez mais preparados e do outro, os corretores, que na grande maioria são apenas replicadores de informações despreparados para lidar com o cliente do século XXI. Entre muitos clientes perdidos, estes pobres (de conhecimento) corretores, vendem na sorte, ou seja, o cliente quer muito comprar o imóvel.

A questão é: Até quando? Até quando, nossos corretores vão depender da sorte para vender seus imóveis? Até quando vamos “torcer” para lidar com aquele cliente que não tem tanto preparo, afinal, essa é a nossa única chance de continuar vendendo. Até quando vamos ficar a mercê do destino, esperando que o cliente esteja desesperado para comprar o produto?

As portas do mercado imobiliário estão se estreitando, a concorrência está evoluindo e os clientes estão se preparando para lidar e extrair o melhor de nós, corretores. Isto quer dizer que, apenas os mais preparados sobreviverão a este novo mercado. Só os melhores e mais capacitados, estarão aptos a vender para uma nova categoria de clientes e os demais corretores podem procurar uma nova profissão, porque vender é para profissionais.

André Vinícius é palestrante de vendas com expertise em desenvolvimento de pessoas, negociação, e marketing digital (Cursos online e palestras). É pós-graduando em Marketing. Possui MBA em Gestão de Pessoas e certificação nacional em vendas. (Currículum) É colunista na área de negócios e mercado imobiliário em dezenas de mídias impressas e eletrônicas do país (mídia). Autor dos Livros: O melhor do desenvolvimento pessoal e empresarial (Editora Dracaena) e Carreira e Negócios: 350 dicas para construir uma história de sucesso (Editora Dracaena).
André Vinícius da Silva
Professor Universitário - Instituto Federal Catarinense
Corretor de Imóveis - CRECI 21079 / SC
Palestrante de vendas, desenvolvimento pessoal e marketing digital
Consultor em Desenvolvimento de pessoas e vendas
Escritor: 2 livros publicados
Acesse nosso site: www.andrevinicius.com
Telefones: (47) 9653-1595 (VIVO)  (47) 9907-8410E-mail/MSN: andre@andrevinicius.comSkype: professor.andre.vinicius

sexta-feira, 27 de julho de 2012

IRPJ por doação

                 Dedução do IRPJ por doação

Quando fazemos doação / donativo, sobre o valor temos que pagar algum imposto?

Empresa no lucro real ou presumido pode ter alguma compensação no recolhimento do IR? Para efeito de dedução de IRPJ somente pela tributação pelo Lucro Real, conforme artigo 365 do RIR/99 – Decreto nº 3.000/99, que dispõe: “Art. 365. São vedadas as deduções decorrentes de quaisquer doações e contribuições, exceto as relacionadas a seguir (Lei nº 9.249, de 1995, art.13, inciso VI, e § 2º, incisos II e III): 1.     As efetuadas às instituições de ensino e pesquisa cuja criação tenha sido autorizada por lei federal e que preencham os requisitos dos incisos I e II do art. 213 da Constituição, até o limite de um e meio por cento do lucro operacional, antes de computada a sua dedução e a de que trata o inciso seguinte; 2.    As doações, até o limite de dois por cento do lucro operacional da pessoa jurídica, antes computada a sua dedução, efetuadas a entidades civis, legalmente constituídas no Brasil, sem fins lucrativos, que prestem serviços gratuitos em beneficio de empregados da pessoa jurídica doadora e respectivos dependentes, ou em beneficio da comunidade onde atuem, observadas as seguintes regras: a.     As doações, quando em dinheiro, serão feitas mediante crédito em conta corrente bancária diretamente em nome da entidade beneficiária; b.    A pessoa jurídica doadora manterá em arquivo, à disposição da fiscalização, declaração, segundo modelo aprovado pela Secretaria da Receita Federal, fornecida pela entidade beneficiária, em que esta se compromete a aplicar integralmente os recursos recebidos na realização de seus objetivos sociais, com identificação da pessoa física responsável pelo seu cumprimento, e a não distribuir lucros, bonificações ou vantagens a dirigentes, mantenedores ou associados, sob nenhuma forma ou pretexto; c.     A entidade civil beneficiária deverá ser reconhecida de utilidade publica por ato formal de órgão competente da União, exceto quando se tratar de entidade que preste exclusivamente serviços gratuitos em beneficio de empregados da pessoa jurídica doadora e respectivos dependentes, ou em beneficio da comunidade onde atuem.”
Assim, para dedutibilidade do Lucro Real deve atender o referido artigo acima. 
(Fonte: Consultoria CENOFISCO) OSFE Auditoria Contábil Ltda.

CAPTAÇÃO DE IMÓVEIS

      Dicas para facilitar a Captação de Imóveis
Muitos corretores encontram dificuldades em obter boas captações de imóveis principalmente com exclusividade, isto porque dificilmente o proprietário entrega seu imóvel para um único corretor de imóveis, o que pode ocorrer por vários motivos, por exemplo: não conhecer bem o profissional, o assédio de outros corretores, querer vender o imóvel o mais rápido possível, desconfiança ou ter a impressão de que quanto maior o número de  corretores, maior será a divulgação do seu imóvel.

Abaixo algumas dicas que podem facilitar o contato com o proprietário na hora da captação

Cuide da sua imagem

Isso facilitará na hora de ser atendido pelo seu cliente. Construa uma imagem positiva, isto fará com que as pessoas se lembrem de você com respeito.

Mantenha-se informado e atualizado

Leia sobre as novidades do mercado imobiliário, legislação, notícias, mantenha seu site sempre atualizado e com o máximo de informações sobre você.

Foque suas ações no cliente

Foque nas necessidades do cliente, procure ouvir o que ele procura. Se o cliente quer alugar o imóvel não fale em vendê-lo, a não ser que ele cite essa possibilidade, mostre como você vai fazer pra divulgar seu imóvel, se já tem um cliente a quem possa interessar esse imóvel fale para o cliente.

Planeje o seu dia

Faça uma grande lista com tudo o que você tem para fazer, dessa maneira alem de não esquecer nada você pode ir organizando as tarefas a serem realizadas.  Lembre-se: Se você não tiver objetivos definidos dificilmente atingirá suas metas.

Procure parceiros

Alem de outros corretores e imobiliárias procure fazer parcerias com zeladores de condomínios, síndicos seguranças de rua, desta forma você pode ampliar a possibilidade de conseguir uma captação por indicação ou parceria enquanto usa a maior parte do tempo focado em vendas.

Contato pessoal

Uma ótima alternativa quando você não consegue fazer contato com um cliente é enviar uma carta de apresentação ao proprietário, porque muitas vezes o cliente esta cansado de receber ligações de corretores de imóveis.

Não desista

A persistência é uma virtude indispensável em qualquer vendedor. Muitos negócios são fechados após varias reuniões então se prepare para o sucesso, Não desista!

Autor: Rony de lima meneses,
Responsavel pelo Blog Marketing e Publicidade Imobiliária

quarta-feira, 25 de julho de 2012

CORRETOR DE IMÓVEIS

O corretor de imóveis estará entre as cinco melhores profissões do futuro.
Estamos em pleno século XXI e numa constante mudança tecnológica, de comportamento. Diante desse quadro, o profissional precisa reavaliar conceitos e ações, porque só assim ele estará à frente no mercado. Mas quem são os corretores de imóveis do Século XXI? Como agem? Qual seu perfil? Estas são questões a serem respondidas por Otávio Bruno Sá, diretor da Neo Ponto.
  
Como você define o perfil do corretor de imóveis do século XXI?
Antes de tudo, o profissional do século XXI é atualizado, tanto no que se refere a conteúdo, quanto ao contato com as novas tecnologias, antenado às tendências mercadológicas. Dessa forma, é um profissional que consegue prever acontecimentos e se antecipar a eles, é um visionário.

O que diferencia o antigo e o novo profissional?


A maneira de pensar e agir do novo profissional é atualizada. Seu tempo é valioso, daí sua ligação com as novas tecnologias e a busca pela excelência constante.

De que forma este profissional encara seus clientes? Que técnicas de vendas e comportamento que este novo corretor se vale para fidelizar clientes e fazer bons negócios?

O profissional do século XXI deve pensar em seus clientes de maneira profissional e objetiva, priorizando o bom relacionamento para atender, acima de tudo, as reais necessidades do cliente. Sem este foco as técnicas de venda perdem seu efeito, sendo irrelevantes. O trabalho de um corretor é assessorar e assegurar que o cliente faça sempre o melhor negócio, com essa preocupação a fidelização é o resultado de um relacionamento ético e saudável, que coloca o fechamento do negócio como consequência ao respeito das necessidades do cliente. A ideia basicamente é, “eu perco o negócio, mas não perco o cliente”, aliás dessa forma você fideliza o cliente garantindo muito mais negócios.

De que forma você avalia os profissionais do mercado atualmente? A grande maioria tem o perfil de um corretor do século XXI? Se não, o que é necessário para que alcance este perfil?


Partindo do princípio que estamos vivendo na era do conhecimento, onde o conteúdo relevante e as informações privilegiadas colocam os profissionais em patamares diferentes, temos um despreparo generalizado no mercado. A busca por informações ainda não faz parte do cotidiano dos profissionais do mercado, e partindo do pressuposto de que um corretor deve assessorar seu cliente, estar seguro e informado é fundamental para o relacionamento e aumento de confiança entre os dois. Dessa forma, infelizmente a grande maioria dos profissionais do mercado não tem o perfil do corretor do século XXI. Mas isso não acontece apenas com eles, a falta de informação, ou da busca por ela, impede a análise do presente e visão de futuro, deixando sempre o profissional para trás, sem se antecipar aos fatos, apenas seguindo as tendências, nunca encabeçando elas. Hoje existem vários eventos de qualidade voltados para os mais diversos setores, assim como para corretores, mas o que observo é a baixa adesão dos profissionais.

Um exemplo da falta de visão de futuro é a quantidade de negócios perdidos oriundos da Copa do Mundo, que acabaram passando para as mãos de grupos de investidores internacionais e olha que para entender esse evento não é preciso tanto estudo e previsões, pois o mesmo já está no calendário.

Em sua opinião, qual a principal dificuldade que o corretor de imóveis enfrenta no mercado hoje? De que maneira é possível sanar tais dificuldades?

A maior dificuldade para os corretores é solucionar o problema da exclusividade, ou melhor, da falta de exclusividade. Com ela seria mais viável para o profissional se planejar. O que acontece hoje funciona como se você tivesse uma loja e alguém tirasse seu produto da prateleira e vendesse sem falar com você. A solução é a capacitação, mais uma vez, do corretor, que se mostrando informado terá mais confiança por parte do comprador. É importante lembrar, também, que cliente não é só quem compra, mas todos que tem se relacionam com o corretor profissionalmente; quem vende, capta ou aluga.

Quais as perspectivas para o corretor de imóveis nos próximos anos, tanto em questão de mercado de trabalho, quanto de comportamento e relação com o cliente?

São as melhores perspectivas. Na minha análise, o corretor de imóveis e tudo o que se relaciona a ele, estará entre as cinco melhores profissões do futuro, que englobarão profissionais ligados a tecnologia, bem estar, saúde, entretenimento e finanças. Estamos em um mercado favorável a investimento, aplicação de tecnologia e com resultados reais nas novas mídias, mas afirmo novamente que só vai sobreviver quem tiver visão de futuro conquistada com informação.

Quais os principais avanços que você observa nesses últimos anos?

Dez anos depois do início do século XXI, as pessoas estão começando a enxergar que estamos em outro século e que as coisas vão ser totalmente diferentes do passado. As tendências comportamentais que colocam o cliente como o centro dos negócios, a quem deve se atender as necessidades, é um grande avanço. As mudanças significativas, entretanto, vão ter início daqui pra frente. O Brasil está vivendo um momento privilegiado e a quebra de fronteiras para a captação de investimento estrangeiro possibilita o crescimento e avanço do mercado nacional.

Fonte: Redimob

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Cuidados na Locação de Imóvel

    7 itens para analisar na vistoria do imóvel alugado
     A vistoria orienta o inquilino sobre como o imóvel deve estar na devolução. Aprenda como fazê-la.

No laudo de vistoria, inquilino e proprietário devem listar todas as condições de conservação do imóvel.

Uma das cláusulas do contrato de locação diz que o inquilino deve devolver o imóvel alugado para o proprietário da mesma forma que o encontrou no início do contrato. Se a pintura era nova, será preciso pintar novamente, da mesma cor; se o carpete era novo, ou se estava limpo, será preciso mandar lavá-lo – e se houver algum dano, até trocá-lo.

Qualquer dano deverá ser reparado, mas os desgastes que já existiam antes da chegada do locatário poderão permanecer como estão. Para evitar problemas na hora da entrega das chaves, portanto, é fundamental fazer um laudo de vistoria assim que o contrato é firmado.

No laudo de vistoria, inquilino e proprietário devem listar todas as condições de conservação do imóvel, como o estado da pintura, do piso, do carpete, das portas e de eventuais móveis, além de fotografar cada detalhe. Esse laudo se torna parte integrante do contrato de locação, e é baseado nele que o inquilino vai ajeitar o imóvel para a entrega, quando for embora. Mas o que exatamente deve ser observado? Confira a seguir um check list com 7 itens que devem estar presentes na vistoria do imóvel alugado:

1 Pintura: especifique com que cor e tipo de tinta as paredes, tetos, portas e janelas da casa estão pintados e qual é o estado da pintura;

2 Fechaduras e trincos: sinalize o estado de conservação e funcionamento de todos os trincos e fechaduras da casa;

3 Hidráulica: abra todas as torneiras e cheque o escoamento em todos os pontos de água do imóvel;


4 Pisos, azulejos e revestimentos: documente o tipo de piso e revestimento de todos os cômodos e o estado de conservação de cada um deles; nas áreas molhadas que tiverem azulejo na parede, faça a mesma coisa;

5 Parte elétrica: acenda as luzes, teste todas as tomadas e verifique o quadro de luz para documentar o funcionamento e estado de conservação da rede elétrica;

6 Vidros: é importante notar se os vidros das janelas estão em bom estado, bem como se as janelas estão abrindo e fechando normalmente; registre qualquer trinco ou rachadura que encontrar;

7 Mobília: caso o imóvel possua algum móvel, como armários, estantes, gabinetes etc., certifique-se de inserir no laudo de vistoria o estado de conservação de cada um deles, bem como o funcionamento de puxadores e dobradiças, no caso de portas de armários, gabinetes e afins.

Se depois da vistoria o inquilino encontrar algum problema estrutural, como um entupimento do prédio que afetou os canos do apartamento, ou mesmo uma infiltração, que não pôde ser identificado na hora de fazer o laudo inicial, a responsabilidade pelo conserto é do proprietário. Nesse caso, ou o locador paga o conserto, ou abate o valor do aluguel.

Fonte: Imovelweb

quinta-feira, 19 de julho de 2012

CONSTRUÇÃO CIVIL

Construção civil dá sinais de desaceleração
DANIELA AMORIM/RIO - O Estado de S.Paulo

Os reajustes salariais dos trabalhadores da construção civil este ano estão menores do que os registrados em 2011, sinal de tendência de desaquecimento do emprego no setor. A mão de obra subindo menos já desacelera a inflação da construção, medida pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em junho, no Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna, o INCC apontou uma alta acumulada de 7,04%, enquanto a taxa vinha rodando a 8% em meses anteriores, ressaltou Salomão Quadros, coordenador de Análises Econômicas da FGV.

"Isso está acontecendo num momento em que a construção mostra uma certa exaustão. O setor tem dado indicações de que anda um pouco mais devagar. Os empresários estão menos otimistas, a demanda mais retraída, e o crédito ficou menos favorável do que antes. O resultado é que se contrata menos e os reajustes dos trabalhadores não são mais tão altos", afirmou Quadros.

O reajuste salarial da categoria em São Paulo este ano foi de 7,47%, contra um aumento de 9,75% em 2011. Brasília também teve aumento menor este ano, de 9,75%, ante 15,81% em 2011. Em Salvador, os empregados da construção receberam reajuste de 9%, após um aumento de 10,23% no ano passado.

"O comportamento, de um modo geral, é de desaceleração. Em 2012, o aumento salarial está predominantemente menor do que em 2011", disse Quadros. "Não sei se isso levará a uma redução de um ponto porcentual na inflação da construção, mas tranquilamente ela vai fechar abaixo do que fechou em 2011 (7,49%)". Na passagem de abril para maio, a atividade de construção dispensou 55 mil trabalhadores, um recuo de 2,9% na população ocupada no setor, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).